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8 de março de 2017

A trincheira da Estrela da Morte, na batalha final do Episódio IV, não fica onde você pensa


Pronto para explodir a sua mente?

O artista de efeitos visuais Industrial Light & Magic, Todd Vaziri, lançou uma bomba na internet há alguns dias. A novidade deixou muitos fãs de Star Wars se questionando o quanto sabem sobre a saga.

E todo esse buzz se resume a uma pergunta? Onde está localizada a trincheira que Luke Skywalker percorreu para destruir a Estrela da Morte no Episódio IV? Se você é como eu, sempre presumiu que era no vão equatorial da estação espacial bélica. Pois bem... não é.



Vaziri explicou a localização correta da trincheira num post detalhado no seu blog. O Supervisor de Efeitos Visuais John Knoll indicou que a porta de escape exploratória de Galen Erso está em uma trincheira longitudinal, ao contrário da icônica que corre horizontalmente através da poderosa arma do Império.

Ao ler o post do blog de Vaziri, fica claro que a informação estava na nossa frente todo o tempo, mas sempre presumimos erroneamente e que a ação aconteceu na grande trincheira que divide a Estrela da Morte.

Ainda não está convencido? Tudo bem, separamos duas evidências que mostram que nossa percepção estava errada todo esse tempo:

1. A trincheira horizontal é grande o suficiente para empilhar vários hangares. Além disso, é dali que os TIE Fighters desembarcam quando voam para patrulhas ou batalhas. Entretanto, na corrida final da trincheira, quando Luke desce para entregar o golpe final, a largura do local permite apenas três caças lado a lado. Mostrando um vão claramente menor.



2. Essa é um tapa na cara. Confira só a cena do briefing do General Dodonna antes da batalha final do Episódio IV. Ela mostra onde está o ponto fraco criado por Erso, apontando claramente para uma trincheira vertical.



É incrível como preenchemos certas informações de nossos filmes favoritos e certas percepções coletivas se transformam em "verdades". Este é um exemplo de como certos clássicos podem nos surpreender depois de tantos anos quando olhamos as referências com outros olhos.

Demais, não é mesmo? May the Force be with you.

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