Preparado para encarar o 3º episódio de Just Cause? - supervault

Breaking

Post Top Ad

Responsive Ads Here

Post Top Ad

Responsive Ads Here

9 de dezembro de 2015

Preparado para encarar o 3º episódio de Just Cause?


Um cenário aberto, com diversas armas, coisas para explodir, paraquedas, roupas aerodinâmicas e um ditador cruel e perverso. É, falando assim, talvez soe como uma mistura de GTA e Far Cry.

Quem acompanhou o agente Rico Rodriguez em suas aventuras nos primeiros games da franquia Just Cause já deve ter uma ideia do que vem por aí no terceiro episódio do jogo. Afinal de contas, a mecânica consagrada produzida pela Avalanche Studios e publicada pela Square Enix segue intacta ao oferecer ao jogador um amplo mapa aberto com diversas missões divertidas e novas experiências. Ou, em resumo, o jogo é como um playground gigante com diferentes alvos e coisas para se explodir sem muita enrolação.

Agora, se você nuca teve a oportunidade de explorar o vasto mundo que os jogos anteriores trouxeram, basta imaginar uma espécie de GTA com alguns acessórios curiosos como um paraquedas infinito, um gancho retrátil e uma roupa aerodinâmica capaz de atropelar muitas das leis da física que conhecemos. Adicionando, é claro, algumas centenas de explosões que fariam inveja até mesmo ao diretor Michael Bay.


Dando continuidade à história de Just Cause 1 e 2, agora controlamos um Rico Rodriguez aposentado e de volta à sua terra natal, o arquipélago de Medici, no Mar Mediterrâneo, para derrubar o ditador Sebastiano Di Ravello. Bem, já deu pra sacar a ideia do game, né? Um cenário aberto, com diversas armas, coisas para explodir, paraquedas, roupas aerodinâmicas e um ditador cruel e perverso. É, falando assim, talvez soe como uma mistura de GTA e Far Cry.

Mas chegamos à parte crítica do game: a sua jogabilidade e performance. Desde que foi lançado, Just Cause 3 parece ter dado dores de cabeça à milhares de jogadores ao redor do mundo. E o pior, em todas as suas versões. Quem comprou o jogo para Xbox One, Playstation 4 e PC costuma encher a produção de críticas, apontando diversos bugs espalhados pelo mapa do jogo, incluindo uma física totalmente errada, texturas que não carregam durante o jogo, lentidão, baixa repentina de quadros por segundo e até mesmo telas de loading infinitas que aparecem com grande frequência e parecem não acabar nunca. A parte boa de toda essa história é que, como os games da geração atual costumam receber atualizações frequentes, a produtora ainda tem oportunidade de consertar o que vem desagradando os jogadores. Resta esperar para ver o final desta novela...

Texto originalmente publicado na Revista Rumo (www.revistarumo.com.br).

Post Top Ad

Responsive Ads Here